
Participar de audiências judiciais é uma obrigação das partes envolvidas e de seus representantes legais. Em processos cíveis e nos juizados especiais, a ausência da parte ou do preposto pode gerar consequências jurídicas relevantes, impactando diretamente o desfecho da ação. Neste artigo, explicamos as diferenças entre audiências cíveis e dos juizados especiais, o papel do preposto, os riscos do não comparecimento e como evitar prejuízos à sua empresa.
O preposto representa a pessoa jurídica em juízo e deve comparecer à audiência com conhecimento dos fatos, apto a esclarecer pontos relevantes e, quando aplicável, negociar acordos. Embora a função seja semelhante, há diferenças importantes conforme o rito processual.
Essa distinção é crucial para o planejamento da defesa e para evitar nulidades ou penalidades processuais.
Para uma representação válida, o preposto deve portar carta de preposição, documento que formaliza sua autoridade para agir em nome da empresa. Além disso, é indispensável o domínio do caso, pois o preposto poderá ser questionado durante a audiência, especialmente em tentativas de conciliação.
A falta de comparecimento pode gerar efeitos processuais severos, inclusive a aplicação da revelia, com presunção de veracidade das alegações da parte contrária.
Quando a parte ou o preposto não comparece:
Evitar a revelia é essencial para proteger os interesses da empresa.
A conciliação é uma etapa estratégica do processo. A presença de um preposto preparado demonstra boa-fé, disposição para acordo e pode reduzir custos e tempo de litígio.
Durante a audiência, o preposto deve:
A ausência pode ser interpretada como desinteresse em resolver o conflito, prejudicando a imagem da empresa e aumentando o risco de decisões mais severas.
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A ausência do preposto ou da parte em audiências cíveis e nos juizados especiais pode resultar em revelia, prejuízos financeiros e decisões desfavoráveis. Garantir a presença de um preposto bem preparado e formalmente autorizado é indispensável para uma defesa eficaz. Contar com soluções especializadas, como o BPO da Benner, é um diferencial competitivo para reduzir riscos e otimizar a gestão jurídica.
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