
A escolha de um sistema para gestão de viagens corporativas é uma decisão estratégica para empresas que precisam controlar custos, garantir compliance, ganhar previsibilidade financeira e oferecer uma boa experiência aos colaboradores. Apesar disso, muitas organizações ainda tomam essa decisão de forma apressada ou baseada em critérios limitados, o que resulta em soluções que não atendem às necessidades reais da operação.
Esses erros não impactam apenas o time de viagens. Eles afetam diretamente o financeiro, o RH, o compliance, a governança e a capacidade de crescimento da empresa. Por isso, entender quais são os erros mais comuns ao escolher um sistema para gestão de viagens é o primeiro passo para evitar retrabalho, desperdício de investimento e frustração no uso da tecnologia.
A seguir, veja os principais equívocos cometidos nesse processo e como evitá-los.
Um dos erros mais frequentes é basear a decisão exclusivamente no valor da licença ou mensalidade do sistema. Embora o orçamento seja um fator importante, escolher apenas pelo menor preço costuma gerar prejuízos no médio e longo prazo.
Soluções muito baratas geralmente apresentam:
O foco deve estar no custo-benefício, avaliando o impacto da solução na eficiência operacional, no controle financeiro e na redução de riscos.
Cada empresa possui uma realidade diferente quando o assunto é viagens corporativas. Algumas lidam com alto volume de deslocamentos, múltiplos centros de custo, políticas rígidas, diferentes níveis de aprovação e exigências específicas de compliance.
Ignorar essa complexidade e escolher um sistema genérico pode resultar em:
Um bom sistema para gestão de viagens precisa se adaptar à realidade da empresa, permitindo personalização de fluxos, regras e políticas, e não o contrário.
Outro erro recorrente é escolher uma plataforma que não se integra ao ERP, ao financeiro, à contabilidade ou aos sistemas de RH.
A falta de integração gera diversos problemas, como:
Um sistema eficiente deve fazer parte do ecossistema tecnológico da empresa, garantindo que os dados de viagens estejam alinhados com o restante da operação.
Muitas empresas só percebem a relevância do compliance quando enfrentam problemas, como gastos fora da política, fraudes ou questionamentos em auditorias.
Um sistema para gestão de viagens precisa garantir que:
Ignorar esse ponto pode resultar em perda de controle, exposição a riscos e fragilidade na governança.
Mesmo o sistema mais robusto falha se os usuários não o utilizarem corretamente. Quando a ferramenta é complexa, lenta ou confusa, os colaboradores tendem a buscar atalhos fora do sistema.
Isso gera:
Um bom sistema para gestão de viagens deve ser:
A experiência do usuário impacta diretamente a adesão e o sucesso da solução.
Outro erro comum é escolher um sistema que atende apenas ao cenário atual da empresa. À medida que o negócio cresce, o volume de viagens, usuários e dados aumenta, e a solução deixa de suportar essa evolução.
É fundamental avaliar se o sistema permite:
Pensar em escalabilidade é pensar no futuro da operação.
Um sistema para gestão de viagens não deve ser apenas operacional. Ele precisa gerar informações estratégicas que apoiem a tomada de decisão.
Ignorar esse ponto é um erro grave, pois sem relatórios e dashboards a empresa perde visibilidade sobre:
Sem dados confiáveis, as decisões passam a ser baseadas em suposições.
Contratar um sistema sem testá-lo na prática é assumir um risco desnecessário. Muitas empresas só descobrem limitações após a implementação, quando o custo de mudança é maior.
Sempre que possível, é importante:
Isso reduz surpresas e aumenta a chance de sucesso da implementação.
Um sistema não é estático. Ele precisa evoluir conforme o mercado, a legislação e as necessidades das empresas mudam.
Ignorar o suporte e a capacidade de evolução da plataforma pode resultar em:
Avaliar o histórico do fornecedor e sua capacidade de inovação é essencial.
Um dos maiores erros é enxergar o sistema apenas como uma ferramenta operacional. Na prática, ele deve ser parte da estratégia de governança, eficiência e controle financeiro da empresa.
Quando bem implementado, o sistema:
Escolher um sistema para gestão de viagens exige muito mais do que comparar preços ou listas de funcionalidades. Trata-se de uma decisão estratégica que impacta diretamente a eficiência operacional, o compliance, a experiência do colaborador e a capacidade de crescimento da empresa.
Evitar os erros mais comuns permite que a organização implemente uma solução que realmente gere valor, organize processos e transforme a gestão de viagens em um ativo estratégico para o negócio.