
No CONARH 2025, a agenda ESG ganhou ainda mais protagonismo ao evidenciar que práticas ambientais, sociais e de governança só se tornam reais quando conectadas à gestão de pessoas. Empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam ir além do discurso e transformar esses princípios em ações concretas no dia a dia. Nesse cenário, o RH assume um papel central, conectando estratégia, cultura e pessoas.
Esse foi o foco da palestra “ESG e RH: como conectar práticas ambientais, sociais e de governança”, realizada no estande da Benner, que reuniu Marcelo Murilo (VP de Expansão da Benner), Daniela Russomano (VP da Amorphilia) e Flavio Simonato (Diretor de RH da Konecta) para uma conversa prática sobre desafios, aprendizados e caminhos possíveis.
Durante o painel, os participantes reforçaram que não existe ESG efetivo sem envolvimento real das pessoas. O RH é a área responsável por traduzir os compromissos estratégicos em comportamentos, políticas internas e decisões do dia a dia.
Marcelo Murilo destacou que a tecnologia tem um papel fundamental nesse processo, especialmente para dar escala, mensurar resultados e garantir governança. Sem dados, indicadores e processos bem definidos, ESG corre o risco de se tornar apenas uma iniciativa pontual, sem impacto real no negócio.
Daniela Russomano trouxe uma visão clara sobre o pilar social, reforçando que diversidade, inclusão, saúde mental e bem-estar não podem ser tratados como projetos paralelos. Segundo ela, o social precisa estar integrado à estratégia de pessoas, desde o recrutamento até o desenvolvimento de lideranças.
Ela destacou que empresas que cuidam genuinamente das pessoas criam ambientes mais inovadores, reduzem turnover e fortalecem sua reputação empregadora. Mais do que cumprir indicadores, trata-se de criar relações de trabalho mais justas, humanas e sustentáveis.
Flavio Simonato ressaltou que governança não se sustenta sem cultura organizacional forte. Políticas, códigos de conduta e processos são essenciais, mas só funcionam quando as lideranças dão o exemplo e o RH atua como guardião desses valores.
Ele destacou a importância de alinhar metas, avaliações de desempenho e incentivos aos princípios ESG, garantindo que a governança faça parte das decisões reais e não apenas dos relatórios institucionais.
Um ponto comum entre os participantes foi o papel da tecnologia como facilitadora da agenda ESG. Sistemas integrados permitem:
Marcelo Murilo reforçou que soluções tecnológicas bem implementadas ajudam o RH a sair do operacional e assumir um papel protagonista na transformação sustentável das empresas.
A principal mensagem da palestra foi clara: ESG não é custo, é investimento. Empresas que integram práticas ambientais, sociais e de governança à gestão de pessoas constroem negócios mais resilientes, atraem talentos, reduzem riscos e se posicionam melhor frente a investidores, clientes e à sociedade.
O RH, quando bem estruturado e apoiado por tecnologia, torna-se o elo entre propósito, estratégia e execução.
O conteúdo completo da palestra está disponível no vídeo abaixo. Assista e descubra como o RH pode ser o grande protagonista na construção de uma agenda ESG sólida, mensurável e conectada aos desafios reais das empresas.
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