
A segurança do paciente é um dos pilares centrais da qualidade na assistência à saúde. Garantir que os cuidados sejam prestados com o menor risco possível e máxima efetividade exige não apenas protocolos bem definidos, mas também uma atuação integrada entre profissionais, instituições e operadoras de saúde.
Esse conceito se apoia em pilares fundamentais que orientam práticas seguras e sustentáveis. Além disso, o uso estratégico da tecnologia permite que operadoras avaliem, monitorem e aprimorem continuamente o desempenho das redes credenciadas, promovendo a adoção das melhores práticas assistenciais.
Neste guia, você confere os principais pilares da segurança do paciente e como a tecnologia pode apoiar as operadoras na construção de um cuidado mais seguro, eficiente e confiável. Confira!
A cultura de segurança é a base de todas as ações voltadas à proteção do paciente. Ela se refere a um ambiente organizacional que prioriza a segurança em todos os níveis, com políticas claras, processos bem definidos e comunicação aberta sobre erros e incidentes.
Uma cultura sólida incentiva a educação contínua, a aprendizagem com falhas e a notificação de eventos adversos sem medo de punições. Dessa forma, os erros são tratados de maneira construtiva, contribuindo para melhorias sistêmicas e prevenção de novos incidentes.
A identificação correta do paciente é um pilar essencial para garantir que os cuidados sejam prestados à pessoa certa, no momento certo e da forma adequada.
Práticas como o uso de pulseiras de identificação, validação cruzada de dados, conferência ativa antes de procedimentos e o envolvimento do próprio paciente na confirmação das informações reduzem significativamente o risco de erros assistenciais.
A comunicação clara e eficiente entre os profissionais de saúde é determinante para a segurança do paciente, especialmente durante transições de cuidado, como trocas de turno, transferências entre unidades ou encaminhamentos.
Ferramentas estruturadas, como checklists e protocolos padronizados, a exemplo do SBAR (Situação, Background, Avaliação e Recomendação), contribuem para a transmissão precisa de informações críticas e reduzem falhas de comunicação.
A segurança na administração de medicamentos envolve todas as etapas do processo: prescrição, dispensação, preparo, administração e monitoramento.
O uso de tecnologias como prescrição eletrônica, sistemas de apoio à decisão clínica e códigos de barras para identificação de medicamentos e pacientes ajuda a minimizar erros, aumentar a rastreabilidade e garantir maior precisão nos tratamentos.
A prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde é um componente essencial da segurança do paciente. Protocolos rigorosos de higiene das mãos, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e programas de vigilância epidemiológica são fundamentais para reduzir riscos e proteger pacientes e profissionais.
No ambiente cirúrgico, a segurança do paciente depende da adoção de medidas que evitem erros em procedimentos, como a realização da cirurgia correta, no paciente correto e no local correto.
Práticas como o “time out” antes do início do procedimento e o uso de checklists cirúrgicos são estratégias comprovadamente eficazes para reduzir eventos adversos e aumentar a confiabilidade dos processos.
O envolvimento ativo do paciente nos cuidados de saúde é um diferencial importante para a segurança. Pacientes bem informados, que compreendem seus tratamentos e participam das decisões, tornam-se parceiros na prevenção de erros.
Estimular perguntas, ouvir preocupações e promover a educação em saúde fortalece a relação entre profissionais e pacientes e contribui para melhores desfechos assistenciais.
Lembre-se: pacientes informados são aliados estratégicos na segurança do cuidado.
As operadoras de saúde exercem um papel fundamental na promoção da segurança do paciente, pois são responsáveis pelo credenciamento, acompanhamento e avaliação dos prestadores de serviço.
Para garantir que as redes credenciadas adotem as melhores práticas, a tecnologia se torna uma aliada indispensável.
A coleta e análise de dados de desempenho são essenciais para o monitoramento da qualidade assistencial. Sistemas de Informação em Saúde (SIS) e Registros Eletrônicos de Saúde (RES) permitem acompanhar indicadores como taxas de infecção, eventos adversos, erros de medicação e resultados clínicos.
Com o apoio de ferramentas analíticas, é possível identificar tendências, antecipar riscos e direcionar ações preventivas.
Auditorias periódicas e avaliações de conformidade ajudam a garantir que os prestadores mantenham padrões elevados de segurança. Essas análises podem incluir revisão de protocolos, entrevistas com equipes, análise de indicadores e avaliação de incidentes reportados.
Programas estruturados de melhoria contínua, baseados em dados e indicadores, incentivam a adoção de boas práticas e o aprimoramento constante dos serviços.
As operadoras podem oferecer feedback qualificado às redes credenciadas, além de suporte técnico para a implementação de melhorias necessárias.
A exigência de certificações e acreditações é uma estratégia eficaz para assegurar padrões elevados de qualidade e segurança.
Instituições acreditadoras, como a ONA e a Joint Commission International (JCI), estabelecem critérios rigorosos que podem ser utilizados pelas operadoras como referência no credenciamento e na avaliação dos prestadores.
Soluções de monitoramento em tempo real, como rastreamento de ativos, indicadores assistenciais online e monitoramento remoto de pacientes, permitem identificar rapidamente não conformidades e agir de forma ágil diante de riscos ou incidentes.
Com o avanço da tecnologia, surgem novas oportunidades para elevar os níveis de segurança do paciente. Inteligência Artificial, machine learning e análise preditiva já permitem identificar padrões de risco, antecipar eventos adversos e personalizar cuidados de forma mais precisa.
Ao adotarem essas inovações, as operadoras não apenas fortalecem a segurança assistencial, mas também promovem uma cultura de excelência, confiança e sustentabilidade no sistema de saúde.
A segurança do paciente é uma responsabilidade compartilhada e a Benner está ao lado das operadoras e instituições de saúde nesse desafio. Nossas soluções ajudam a otimizar processos, qualificar a gestão de dados, monitorar indicadores e fortalecer a cultura de segurança em toda a rede assistencial.
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Juntos, podemos construir um futuro mais seguro, eficiente e confiável para a saúde.