
Construir um time forte, preparado e engajado não é resultado de sorte, mas de estratégia. Empresas que crescem de forma sustentável entendem que o desenvolvimento de pessoas precisa ser planejado, estruturado e conectado aos objetivos do negócio. Nesse contexto, dois pilares ganham destaque: plano de carreira e plano de sucessão.
Embora muitas vezes citados juntos, esses conceitos têm funções diferentes e complementares. Enquanto o plano de carreira orienta o crescimento e o desenvolvimento dos colaboradores, o plano de sucessão garante a continuidade da operação e da liderança, mesmo diante de mudanças, desligamentos ou expansão da empresa.
Neste artigo, você vai entender:
O plano de carreira funciona como um mapa de evolução profissional dentro da empresa. Ele deixa claro para o colaborador quais caminhos estão disponíveis, quais competências são exigidas em cada etapa e como é possível avançar ao longo do tempo.
Na prática, um plano de carreira bem estruturado responde a perguntas como:
Ter esse nível de clareza aumenta o engajamento, melhora a motivação e reforça a percepção de que a empresa investe no crescimento de seus profissionais. Além disso, reduz frustrações, expectativas desalinhadas e decisões subjetivas.
O plano de sucessão tem como principal objetivo garantir a continuidade do negócio. Ele identifica, prepara e desenvolve profissionais internos para assumir posições-chave quando ocorre a saída de líderes, mudanças organizacionais ou a criação de novas funções estratégicas.
Esse planejamento evita situações críticas, como:
Um plano de sucessão bem estruturado garante que a empresa esteja preparada para o futuro, mantendo estabilidade, governança e capacidade de crescimento mesmo diante de transições importantes.
Quando o colaborador entende onde está e onde pode chegar, sua relação com a empresa muda. O crescimento deixa de ser aleatório e passa a ser planejado e orientado, aumentando o comprometimento e a produtividade.
Profissionais tendem a permanecer em empresas onde enxergam perspectiva de futuro. Planos de carreira e sucessão bem definidos reduzem o turnover, fortalecem o employer branding e diminuem custos com recrutamento e integração.
Com trajetórias claras, a empresa consegue:
Isso garante que o desenvolvimento das pessoas esteja alinhado às necessidades atuais e futuras do negócio.
O ponto de partida é entender quem são os talentos da organização. A avaliação de desempenho ajuda a identificar:
Essa etapa é fundamental tanto para o plano de carreira quanto para o de sucessão.
Cada cargo deve ter suas competências técnicas e comportamentais claramente definidas. Essas competências precisam estar alinhadas à estratégia da empresa e às exigências de cada função.
Esse mapeamento cria critérios objetivos para desenvolvimento, promoção e sucessão.
Embora existam diretrizes gerais, cada colaborador deve ter um plano de desenvolvimento individual, considerando:
Isso torna o plano mais realista, motivador e eficaz.
Existem diferentes modelos de plano de carreira, e a escolha deve considerar a cultura e a estrutura da empresa.
Alguns dos principais modelos são:
Não existe um modelo único ideal. O mais importante é que ele faça sentido para o negócio e para as pessoas.
O plano precisa estar conectado a uma estrutura clara de cargos e salários, contemplando:
Isso garante equidade, clareza e previsibilidade.
Nenhum plano funciona sem investimento contínuo em desenvolvimento. Treinamentos, capacitações, programas de mentoria e experiências práticas são essenciais para preparar os profissionais para novos desafios.
Algumas ações tornam o plano de carreira e sucessão parte da cultura organizacional:
O plano de carreira em Y é amplamente adotado porque reconhece que nem todos os profissionais desejam seguir a liderança formal.
Ele oferece duas trilhas principais:
Esse modelo evita que excelentes especialistas sejam direcionados para cargos de chefia sem vocação, preservando talentos e maximizando resultados.
Para implementá-lo com sucesso, a empresa deve:
Investir em saúde emocional, benefícios e equilíbrio entre vida pessoal e profissional é essencial para manter talentos engajados.
Quando o colaborador visualiza seu futuro, a insegurança diminui e o comprometimento aumenta.
Envolver profissionais em decisões relevantes gera senso de pertencimento e responsabilidade.
Líderes que desenvolvem pessoas impactam diretamente o desempenho e a retenção.
Identificar e preparar futuros líderes garante continuidade e estabilidade em posições estratégicas.
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