
Artigo escrito por: Ilana Brancalhão, Product Manager - Benner RH
Com a pressão por eficiência, governança e experiência do colaborador em alta, o RH não pode mais depender de processos fragmentados e fluxos que exigem múltiplas telas para tarefas simples. Em 2026, o mercado está levando o ERP de RH (HCM) para um novo patamar: mais automação, mais integração, mais governança e uma experiência realmente fluida para colaborador e liderança.
A seguir, os 9 movimentos mais fortes e como eles se conectam com a proposta do Benner RH, na prática.
O que o mercado chama de “IA no fluxo” é, na realidade, um ERP que orienta, recomenda e reduz fricção no dia a dia, sem depender de planilha paralela ou de mil etapas manuais. A mudança aqui é clara: em vez de “uma funcionalidade de IA” isolada, a inteligência entra como parte do trabalho, ajudando a executar melhor e mais rápido aquilo que já precisa acontecer.
A plataforma organiza o dia a dia, automatiza rotinas e ajuda RH e liderança a tomar decisões com mais previsibilidade e performance.
Nem toda solução usa o termo “agentes”, mas a lógica é a mesma: processos digitais de ponta a ponta, com etapas conectadas, automatizadas e rastreáveis do início ao fim, sem “buracos” entre sistemas e planilhas. O ponto central aqui é tirar o RH do modo “operar por exceção” e colocar o dia a dia em um fluxo contínuo, com controle e histórico.
O Benner RH entrega essa lógica com um ambiente 100% digital, que automatiza e integra rotinas críticas como admissões, férias, folha e rescisões, mantendo histórico e controle de cada etapa.
O discurso skills-first cresce porque as empresas querem gerir mobilidade, trilhas e performance com mais precisão. A lógica por trás disso é simples: quando a base de talentos está bem estruturada, fica mais fácil conectar desenvolvimento, performance e evolução de carreira com o que o negócio precisa, sem depender de percepções soltas e processos desconectados.
Na prática do Benner RH, essa base aparece nos blocos de Gestão de Talentos (plano de carreira, avaliação de desempenho e desenvolvimento) e Gestão de Treinamentos (treinamentos e trilhas de aprendizagem).
Em 2026, a experiência digital de RH ganha peso ainda mais estratégico: menos atrito na rotina, mais autonomia e menos atendimento manual. O portal do colaborador evolui de um canal de consulta para um espaço que resolve demandas do dia a dia, principalmente no celular.
mobile-first + autoatendimento real, com fluxos completos (abrir, acompanhar e concluir solicitações), mantendo rastreabilidade e reduzindo a dependência de e-mail e planilhas. O impacto é direto: menos chamados e mais velocidade.
Não basta apenas “gerar relatório”. O mercado está migrando para analytics orientado à decisão, capaz de responder rápido perguntas do negócio: onde estamos perdendo talentos, quais áreas pressionam custo, o que afeta produtividade e quais ações de RH funcionam de verdade.
Na Benner, isso se materializa com People Analytics, Relatórios e dashboards nativos, dando visibilidade em tempo real para RH e liderança, sem depender de extrações manuais e planilhas paralelas.
Com a digitalização e automação do RH, cresce a exposição a riscos de segurança, como acessos indevidos, vazamentos e uso inadequado de informações sensíveis.
O RH opera dados críticos do negócio (pessoais, financeiros e trabalhistas). Por isso, torna-se essencial garantir segurança do ambiente e rastreabilidade completa das ações.
Nesse contexto, rastreabilidade deixa de ser apenas controle operacional e passa a ser um mecanismo central de segurança da informação: saber o que foi feito, quando, por quem e em qual contexto.
No Brasil, esse tema ganha ainda mais relevância por LGPD, eSocial e aumento de riscos digitais, reforçando a necessidade de ambientes seguros, controlados e auditáveis.
Hoje, RH não roda isolado. Folha, ponto, benefícios, contábil e ERP precisam falar a mesma língua. Quando a integração falha, o custo aparece como retrabalho, inconsistência de dados e atraso no fechamento.
A pressão por eficiência vem da operação. Quem está em campo precisa de rotinas rápidas, com baixo atrito e funcionando no celular. Aqui, UX é adoção, e adoção garante dado correto na folha e no compliance.
No Brasil, eSocial, SST e NR-1 impõem um ciclo constante de atualização de processos, controles e registros. Mudanças frequentes exigem DP e SST sempre alinhados à legislação.
Sem processos claros e sistemas preparados, cada atualização vira retrabalho, risco operacional e não conformidade.
Antes de decidir, valide se a solução oferece:
Com a pressão por eficiência, governança e experiência do colaborador em alta, o RH não pode mais depender de processos fragmentados.
Quer ver como isso funciona? Conheça o Benner RH e descubra como uma plataforma ponta a ponta pode centralizar rotinas, automatizar processos e dar mais previsibilidade para a operação de RH.