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Gestão de Saúde
7.7.2025

Segurança do paciente: pilares e a avaliação pelas operadoras de saúde

segurança do paciente
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A segurança do paciente é um dos pilares centrais da qualidade em saúde. Mais do que evitar erros, ela representa um compromisso contínuo com a vida, com a integridade física e com a experiência de cuidado ao longo de toda a jornada assistencial.

Para operadoras de saúde, garantir a segurança do paciente vai além da conformidade regulatória. Trata-se de avaliar, monitorar e induzir boas práticas nas redes credenciadas, reduzindo riscos clínicos, desperdícios e eventos adversos que impactam diretamente custos, reputação e desfechos assistenciais.

Neste artigo, você vai entender quais são os principais pilares da segurança do paciente, como eles se aplicam na prática e de que forma as operadoras podem avaliar e fortalecer esses pilares com apoio da tecnologia.

O que é segurança do paciente e por que ela é estratégica

A segurança do paciente envolve o conjunto de ações destinadas a prevenir, reduzir e mitigar riscos associados à assistência à saúde. Isso inclui falhas humanas, problemas de processo, limitações tecnológicas e falhas de comunicação.

Do ponto de vista das operadoras, investir em segurança do paciente significa:

  • Redução de eventos adversos e internações evitáveis
  • Melhoria dos desfechos clínicos
  • Uso mais eficiente da rede credenciada
  • Sustentabilidade financeira do modelo assistencial
  • Maior confiança de beneficiários e reguladores

Pilares fundamentais da segurança do paciente

Cultura de segurança

A base de qualquer sistema seguro é uma cultura organizacional que prioriza a segurança acima de metas operacionais isoladas. Instituições com cultura madura de segurança apresentam:

  • Políticas claras e disseminadas
  • Ambiente de comunicação aberta
  • Incentivo à notificação de incidentes sem punição
  • Aprendizado contínuo a partir dos erros

Quando erros são tratados como fonte de aprendizado e não de punição, a organização evolui de forma consistente.

Identificação correta do paciente

A identificação inadequada está entre as principais causas de eventos adversos. As boas práticas incluem:

  • Uso de pulseiras com dados padronizados
  • Validação cruzada de informações antes de procedimentos
  • Conferência ativa com o próprio paciente sempre que possível

Esse pilar evita erros como troca de prontuários, administração incorreta de medicamentos e procedimentos equivocados.

Comunicação eficaz entre equipes

Falhas de comunicação estão entre os principais fatores de risco assistencial. Para evitá-las, é fundamental:

  • Padronizar a comunicação em transições de cuidado
  • Utilizar protocolos estruturados, como SBAR
  • Aplicar checklists em mudanças de turno e transferências

Equipes alinhadas tomam decisões mais rápidas e seguras.

Medicação segura

A administração de medicamentos exige controle rigoroso em todas as etapas. As práticas mais eficazes envolvem:

  • Prescrição eletrônica
  • Leitura por código de barras
  • Conciliação medicamentosa
  • Rastreabilidade de doses e horários

A tecnologia reduz falhas humanas e aumenta a segurança clínica.

Prevenção de infecções relacionadas à assistência

Infecções hospitalares representam risco elevado ao paciente e alto custo para operadoras. A prevenção depende de:

  • Protocolos rigorosos de higiene
  • Uso adequado de EPIs
  • Programas estruturados de vigilância epidemiológica
  • Monitoramento contínuo de indicadores

Instituições com controle efetivo reduzem tempo de internação e reinternações.

Segurança cirúrgica

No ambiente cirúrgico, pequenos erros podem gerar grandes consequências. As práticas essenciais incluem:

  • Confirmação do paciente, procedimento e local
  • Aplicação de checklists cirúrgicos
  • Realização do “tempo de pausa” antes da incisão

Esses protocolos reduzem drasticamente eventos cirúrgicos evitáveis.

Envolvimento ativo do paciente

Pacientes informados participam ativamente da sua segurança. Isso envolve:

  • Transparência sobre tratamentos
  • Esclarecimento de riscos e alternativas
  • Estímulo à participação e ao questionamento

O engajamento do paciente fortalece a segurança e melhora a experiência assistencial.

Como as operadoras avaliam a segurança do paciente nas redes credenciadas

Uso de sistemas de informação e análise de dados

As operadoras utilizam plataformas de gestão e análise para:

  • Monitorar indicadores assistenciais
  • Acompanhar taxas de infecção, eventos adversos e desfechos
  • Identificar padrões de risco e variações de desempenho

A análise de dados permite uma visão objetiva da qualidade da rede.

Auditorias clínicas e operacionais

As auditorias avaliam a aderência aos protocolos e incluem:

  • Revisão de prontuários
  • Entrevistas com equipes assistenciais
  • Análise de incidentes reportados

Essas avaliações permitem ações corretivas rápidas e direcionadas.

Programas de melhoria contínua

A segurança não é estática. Operadoras maduras investem em:

  • Feedback estruturado aos prestadores
  • Acompanhamento da evolução de indicadores
  • Apoio à revisão de processos críticos

A melhoria contínua fortalece resultados ao longo do tempo.

Certificações e acreditações em saúde

Acreditações como ONA e JCI funcionam como indicadores objetivos de maturidade. Elas ajudam as operadoras a:

  • Definir critérios de credenciamento
  • Classificar prestadores por nível de qualidade
  • Criar programas de incentivo baseados em desempenho

Tecnologias de monitoramento em tempo real

Soluções modernas permitem acompanhamento contínuo da operação, incluindo:

  • Monitoramento remoto de pacientes
  • Rastreamento de ativos
  • Alertas automáticos de não conformidade

Essa visibilidade reduz o tempo de resposta e previne incidentes.

O futuro da segurança do paciente nas operadoras de saúde

Com o avanço da tecnologia, a segurança do paciente caminha para um modelo cada vez mais preditivo e preventivo. Recursos como inteligência artificial e machine learning já permitem:

  • Predição de riscos clínicos
  • Identificação automática de padrões anômalos
  • Estratificação de populações de risco
  • Atuação preventiva em escala

Operadoras que adotam essas tecnologias constroem redes mais eficientes, seguras e sustentáveis.

Como a Benner apoia a segurança do paciente

A Benner Saúde oferece soluções completas para operadoras que desejam elevar seus padrões de qualidade assistencial. Suas plataformas permitem:

  • Integração de dados assistenciais e administrativos
  • Análise avançada de indicadores de segurança
  • Monitoramento contínuo da rede credenciada
  • Suporte à melhoria contínua e à conformidade regulatória

Com a Benner, dados se transformam em decisão estratégica, fortalecendo a segurança do paciente em toda a jornada de cuidado.

Fale com nossos especialistas e descubra como a tecnologia Benner pode ajudar sua operadora a proteger vidas com mais inteligência, eficiência e responsabilidade.

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