
Escolher um sistema de gestão de contratos não é apenas uma decisão operacional. É uma decisão estratégica. Isso porque contratos impactam diretamente o risco jurídico, o controle financeiro, a governança e a capacidade de escala da empresa.
Quando essa gestão é feita de forma manual ou fragmentada, os problemas aparecem rapidamente: perda de prazos, cláusulas ignoradas, renovações automáticas indesejadas, falta de visibilidade e insegurança jurídica. Tudo isso gera custo, retrabalho e exposição a riscos que poderiam ser evitados.
Um bom sistema de gestão de contratos existe para resolver exatamente isso: transformar contratos em ativos controlados, monitorados e analisáveis.
Mas como escolher a melhor opção em meio a tantas ofertas no mercado? É isso que você vai entender agora.
Muitas empresas erram ao tratar o sistema de gestão de contratos apenas como um repositório de documentos. Isso é um erro.
Um sistema realmente eficiente precisa entregar três coisas:
Se ele não ajuda sua empresa a antecipar riscos, tomar decisões melhores e ganhar produtividade, ele está apenas digitalizando um problema.
Antes de avaliar funcionalidades, você precisa entender as dores que a solução deve eliminar.
Um bom sistema deve resolver problemas como:
Se a solução não resolve esses pontos, ela não é estratégica.
Agora sim, vamos aos pontos que realmente importam.
Um bom sistema não deve apenas armazenar contratos. Ele deve ajudar a criá-los corretamente.
Isso significa contar com:
Padronização não é burocracia. É controle de risco.
O sistema precisa acompanhar o contrato do início ao fim.
Isso inclui:
Se o sistema só atua em uma parte do processo, você continuará com lacunas.
Esse é um dos pontos mais críticos.
O sistema precisa:
Aqui está o valor real: evitar prejuízos antes que eles aconteçam.
Se localizar um contrato leva minutos ou horas, algo está errado.
O sistema precisa permitir buscas por:
Produtividade começa pela facilidade de acesso à informação.
Contratos lidam com dados sensíveis. Isso exige:
Se a solução não tem uma arquitetura de segurança sólida, ela não deve ser considerada.
Um sistema que apenas armazena documentos não gera valor estratégico.
Ele precisa transformar dados em visão de negócio, permitindo responder perguntas como:
Isso exige:
Um sistema de gestão de contratos não pode operar isolado.
Ele precisa se integrar com:
Integração evita retrabalho e garante consistência de dados.
Se o sistema não suporta assinatura digital, ele já nasce defasado.
A assinatura eletrônica garante:
Hoje, isso é requisito básico.
O erro mais comum é escolher com base apenas em preço.
O correto é avaliar:
O melhor sistema não é o mais barato. É o que gera mais retorno.
O Benner Jurídico foi desenvolvido exatamente para atender a esse novo perfil de gestão.
Ele não é apenas um repositório. Ele é uma plataforma de controle, inteligência e governança contratual.
Na prática, ele permite:
Isso transforma a gestão de contratos em uma função estratégica, não apenas operacional.
Escolher um sistema de gestão de contratos é decidir como sua empresa vai lidar com risco, previsibilidade e governança.
Um bom sistema não apenas organiza documentos. Ele evita prejuízos, aumenta a eficiência e apoia decisões estratégicas.
Se sua empresa ainda gerencia contratos com planilhas, pastas e controles manuais, ela está operando no escuro.
Com a tecnologia certa, como o Benner Jurídico, contratos deixam de ser um problema e passam a ser ativos estratégicos.